sábado, 22 de outubro de 2011

A importância da Teoria Motivacional no que se refere aos comportamentos nas organizações.


UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA

CURSO: Bacharelado em Administração Pública

ALUNO: Rubem Pereira de Almeida
TEXTO INDIVIDUAL
A motivação é realmente muito importante na área da Administração e merece dedicação de nós, estudantes, porque assim conseguiremos avançar na avaliação dos comportamentos humanos. Segundo Abraham Harold Maslow (1908 - 1970) “Se você planeja ser qualquer coisa menos do que aquilo que você é capaz, provavelmente você será infeliz todos os dias de sua vida.” Com isso ele quer dizer que dentro de nós haverá sempre uma seleção de necessidades de acordo com nossas prioridades de satisfação pessoal. O doutor em Psicologia Social Douglas McGregor apresentou a teoria x e y provando que a administração deve ser coerente ao comportamento dos indivíduos, ou seja, adaptável e compatível. O estudo das motivações é um tema importante a ser desenvolvido no plano de direcionamentos de carreira. Heizberg estudou os fatores higiênicos: Salários e Benefícios, tipo de chefia, políticas e diretrizes organizacionais e também estudou os fatores emocionais.

Na sua teoria Bifatorial higiene/motivação ele avalia as oportunidades de reconhecimento, realização, responsabilidade e crescimento. O psicólogo social e professor Mc Clelland mostrou que todas as pessoas têm pré-disposição para lutar por seus objetivos, segundo ele são fatores pessoais que fazem parte da personalidade. A necessidade de realização, de associação e poder, geram uma força positiva que impulsiona as pessoas e o nível dessas necessidades variam de pessoa para pessoa. As pessoas aprendem como alcançar o sucesso ou como evitar o insucesso de acordo as experiências vividas e servirá de impulso para serem repetidas ou não. Essas realidades certamente ainda são vividas em nossas organizações inclusive nos setores públicos onde existe uma urgência em melhorias na qualidade dos serviços prestados ao cidadão. Afinal de contas nunca existirá um bom serviço se os servidores não estiverem devidamente motivados e trabalharem com objetivo e espírito de equipe.




BIBLIOGRAFIA: Camargo, Denise de
                            Psicologia Organizacional

Burocracia. Até quando?


Aluno: Rubem Pereira de Almeida

Curso: Bacharelado em Administração Pública - UNEB



REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA: Luis Alex Silva Saraiva e Luis Gonzaga Ferreira Capelão. A nova administração pública e o foco no cidadão: burocracia x marketing?



ALGUNS DADOS DOS AUTORES: Luis Alex é bacharel em administração de empresas pela Universidade Federal de Sergipe e mestrando em administração pelo Centro de Pós-Graduação e Pesquisa em Administração da Universidade federal de Minas Gerais.

L.Gonzaga Capelão é Bacharel em engenharia elétrica pela UFMG, especialista em engenharia econômica pela fundação dom Cabral e Mestrando em administração pelo Cepead/UFMG.



RESUMO: O contraste entre a modernidade e a burocracia no setor público. O leva o funcionalismo estatal a manter a cultura burocrática. Qual a alternativa para mudar esse quadro. O que é a burocracia e qual o reflexo que temos através dela do setor público? Quem são os defensores desse sistema? O parâmetro custo x benefício é positivo? Está na hora de se desenvolver uma nova perspectiva no serviço público: deixar o cidadão satisfeito. As qualidades de serviço sugerido pelas empresas privadas servirão de modelo para uma nova gestão no serviço público?



O mundo moderno é regido por eficiência e inovação e a burocrática gera procedimentos e regulamentos que enrijecem toda estrutura organizacional. A mão-de-obra mal valorizada e a falta de marketing consolidam a forma burocrática da administração estatal.

Podemos enxergar a olhos nus uma emergente necessidade de uma adaptação da administração pública ao cenário do mundo atual e a urgente revitalização e acrescentamento dos contextos de utilização da teoria da burocracia. É uma questão de adaptação e sobrevivência.

A burocracia é uma forma de predomínio, baseada no saber técnico com o propósito de garantir a eficácia administrativa. No entanto nota-se que não sobra espaço para a informalidade e o desenvolvimento de noções mais flexíveis de gerenciamento. Como disse Merton (1966) é a “incapacidade treinada”, mostrando uma situação de funcionários mal capacitados e mal treinados para um excelente atendimento. Isso gera conflitos entre o público e o funcionalismo. Ficamos então à mercê da norma. Aparecem então alguns elementos com total resistência a mudanças, sem mostrar nenhum interesse ou preocupação com os resultados.

O serviço público, não garante rapidez, boa qualidade, nem custo baixo para os

serviços prestados ao público não atendendo assim a demandas dos cidadãos nem é capaz de gerar uma ação mais efetiva e eficiente. Percebe-se, no entanto, que o estado está sendo gradativamente forçado a enfatizar o atendimento das necessidades dos seus clientes/cidadãos.

Buscamos uma nova administração pública que reconheça os direitos do cidadão. A grande tarefa a ser realizada compreende, entre outros aspectos, a revisão dos serviços de atendimento ao público com vistas a sua maior eficiência e humanização. O estado tem uma hipotética cultura organizacional totalmente diferente praticada pela empresa privada. Por isso, uma melhoria eficaz nos serviços prestados pode ser difícil porque os chefes estão “viciados” a dar ordens apenas. Mas já reconhecemos que o foco no cidadão evita um processo de engessamento da estrutura, onde “nada pode ser mudado”.

Mas para crescer é preciso mudar para uma nova direção onde se possa predominar o marketing, considerando o atendimento ao cidadão como um aspecto importante. È crucial nesse processo desenvolver uma visão estratégica de atendimento. As organizações que não tem compromisso com a satisfação do cidadão não conseguirá sobreviver por muito tempo, pois o bom atendimento é o começo do sucesso de qualquer instituição. A recompensa aos servidores por sua dedicação em atender bem, pode ser uma ferramenta de grande valia nesse novo pensamento, pois todo esforço bem recompensado prospera.

È necessário, porém que haja muita cautela no estudo desse assunto, pois a realidade de um setor pode não ser de outro. Existem as realidades específicas, que precisam ser analisadas para que não se faça generalizações sem um devido estudo consciente.

A realidade é que a qualidade do serviço público está longe de um nível de excelência quando comparada com o progresso alcançado pelas empresas privadas que buscam a todo dia o aperfeiçoamento investindo em equipamento e em recursos humanos. Claro que a concorrência tem contribuído muito – o que não existe em relação ao serviço público – para que haja interesse nessa busca incansável da qualidade.

Porém, deve-se levar em consideração que há características burocráticas positivas, nas organizações governamentais como o processo seletivo público, um sistema universal de remuneração, carreiras formalmente estruturadas e um sistema de treinamento, que devem ser aperfeiçoadas, com a preocupação com a flexibilidade, de maneira a não entrar em conflito com os novos princípios da administração pública.

Os funcionários públicos já percebem a necessidade de modificação da maneira pela qual as atividades vêm sendo desempenhadas, bem como de maior aproximação com o mercado e maior agilidade na resposta às mudanças. O alvo é alcançar a qualidade pelo comprometimento e atingir assim a completa satisfação do cliente, que é o cidadão. É urgente promover a revisão do modelo de administração pública vigente no país sugerindo uma maior competitividade com o mercado e trazendo benefício a todos.

A qualidade será sempre bem vinda em todos os setores onde se presta serviços, vivemos em um mundo onde buscamos cada vez mais uma vida melhor e isso precisa fazer parte da nossa cultura social.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Um convite a filosofar


Reflexão sobre o texto: O Mito da caverna de Platão

Rubem Pereira de Almeida



Sócrates conseguiu visualizar um mundo fechado onde algumas pessoas acostumadas com o pouco não conseguiam pensar e nem imaginar que poderia existir um outro mundo a ser descoberto e usufruído. Um mundo com mais emoção e com mais recompensas pelas nossas descobertas. Indivíduos com a visão parcial da realidade e conformados com as suas limitações entregues totalmente ao conformismo e a morbidez de suas mentes. Sem forças para questionar, para descobrir e para viver. Eles continuavam parados no tempo contentando-se apenas com as projeções da vida. Mas sempre existirá uma saída, que será encontrada quando olharem para cima desprendendo esforço mental na busca da evolução do conhecimento galgando a plataforma de uma nova realidade alcançada pela descoberta. Toda procura requer esforço e é necessário se erguer, romper com as correntes que nos prende ao vulgar e partir para escalada do conhecimento. Sem a busca do conhecimento, continuaremos acorrentados a ignorância e dominados por aqueles que detém o poder. Mas é preciso determinação e vontade de descobrir pois só assim seremos impulsionados a vencer as barreiras na grande escalada até o topo da caverna. Com atitude filosófica estaremos sempre nos movimentando e saindo então da inércia cultural. Como diz o conhecimento popular: Filosofar é saber viver. Que saiam da caverna todos os prisioneiros e galguem o desfiladeiro da descoberta alcançando o mundo real onde a sede por descobrir nunca se finda.



Referências bibliográficas

Assmann, Selvino José -Módulo Filosofia e Ética (Bacharelado em Administração Pública)

Mito da Caverna, n 7, livro da República (514 ss)